PROTOCOLO Archives - Femina

  • PROTOCOLO09/10/2026

    Pólipo uterino

    Femina. 2026;54(8):688-695

    Resumo

    PROTOCOLO

    Pólipo uterino

    Femina. 2026;54(8):688-695

    DOI 10.61622/0100-7254548202609

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    Highlights 1.Pólipos uterinos são projeções benignas do tecido glandular; malignidade é rara. 2.Classificam-se em pólipos cervicais e endometriais, cada um com etiopatogenia e sintomas específicos. […]
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  • PROTOCOLO09/10/2026

    Gravidez ectópica

    Femina. 2026;54(8):683-687

    Resumo

    PROTOCOLO

    Gravidez ectópica

    Femina. 2026;54(8):683-687

    DOI 10.61622/0100-7254548202608

    Visualizações9
    Highlights 1.A gravidez ectópica é definida como a implantação do blastocisto fora da cavidade uterina, sendo a tuba uterina o local mais frequente (95%). 2.A incidência da gravidez ectópica é de 1% a 2% das gestações, com risco de reincidência de até 25%. […]
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  • PROTOCOLO09/09/2026

    Síndrome geniturinária da menopausa

    Femina. 2026;54(7):581-585

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    Síndrome geniturinária da menopausa

    Femina. 2026;54(7):581-585

    DOI 10.61622/0100-7254547202608

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    Highlights

    1.A síndrome geniturinária da menopausa é uma síndrome crônica com múltiplos sinais e sintomas relacionados aos tecidos geniturinário, devido à perda de estrogênio na pós-menopausa.

    2.As manifestações clínicas podem variar de discretas a intensas, com repercussões sobre função geniturinária, sexual, relações interpessoais e qualidade de vida.

    3.Lubrificantes e hidratantes vaginais podem ser utilizados como opção terapêutica inicial para mulheres com sintomas leves da síndrome geniturinária da menopausa.

    4.Hidratantes vaginais geralmente contêm agentes bioadesivos, como ácido poliacrílico, ácido hialurônico ou policarbofila, que promovem melhora da lubrificação local.

    5.A hidratação vulvar auxilia na preservação da integridade cutânea genital, prevenindo irritações, ressecamento e desconfortos relacionados a condições como o ressecamento vulvar.

    6.O estrogênio vaginal, seja na forma de comprimidos, cápsulas, óvulos ou cremes, é o tratamento-padrão mais eficaz e o mais recomendado para casos de síndrome geniturinária da menopausa moderada a grave.

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    Síndrome geniturinária da menopausa
  • PROTOCOLO09/09/2026

    Gestações múltiplas: diagnóstico, avaliação e conduta nas gestações não complicadas

    Femina. 2026;54(7):572-580

    Resumo

    PROTOCOLO

    Gestações múltiplas: diagnóstico, avaliação e conduta nas gestações não complicadas

    Femina. 2026;54(7):572-580

    DOI 10.61622/0100-7254547202607

    Visualizações116

    Highlights

    1.A idade gestacional deve ser datada no primeiro trimestre por meio do comprimento cabeça-nádegas do maior feto.

    2. A corionicidade deve ser definida, e o período ideal é de 11 a 13 semanas e 6 dias, por meio do sinal do Lambda (dicoriônica) ou do sinal do T (monocoriônica).

    3.É importante identificar os gemelares para que eles possam ser seguidos em ultrassonografias futuras.

    4.Nas gestações monocoriônicas, o cálculo de risco é baseado no risco médio dos dois fetos (soma das medidas das /2), enquanto nas gestações dicoriônicas, o cálculo é feito individualmente.

    5.O acompanhamento pré-natal das gestações gemelares dicoriônicas deve ocorrer a cada 4 semanas e, nas monocoriônicas, quinzenalmente.

    6.A cerclagem e a utilização de progesterona vaginal devem ser feitas nos casos em que o colo é menor que 25 mm. Não está indicado o uso de qualquer método profilático em gestações gemelares com colo normal, a menos que haja passado de incompetência istmo-cervical.

    7.O parto deve ocorrer: nas gestações dicoriônicas diamnióticas, com 38 semanas; nas gestações monocoriônicas diamnióticas, com 36 semanas e nas gestações monocoriônicas monoamnióticas entre 32 e 34 semanas.

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    Gestações múltiplas: diagnóstico, avaliação e conduta nas gestações não complicadas
  • PROTOCOLO15/07/2026

    Anticoncepção após o parto

    Femina. 2026;54(5):405-411

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    Anticoncepção após o parto

    Femina. 2026;54(5):405-411

    DOI 10.61622/0100-7254545202608

    Visualizações275
    Highlights 1.Sempre que possível, iniciar o aconselhamento contraceptivo no pré-natal, com reforço no puerpério. 2.Orientar que o intervalo intergestacional ideal é acima de 18 meses. […]
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    Anticoncepção após o parto
  • PROTOCOLO15/07/2026

    Restrição do crescimento fetal

    Femina. 2026;54(5):391-399

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    PROTOCOLO

    Restrição do crescimento fetal

    Femina. 2026;54(5):391-399

    DOI 10.61622/0100-7254545202606

    Visualizações203
    Highlights 1.A restrição do crescimento fetal representa a condição em que o feto não consegue atingir seu potencial de crescimento. O diagnóstico é aventado quando o peso e/ou a circunferência abdominal do feto estão abaixo do percentil 10. 2.A principal causa de restrição do crescimento fetal é a insuficiência placentária. Por isso, para aumentar a […]
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  • PROTOCOLO15/07/2026

    Istmocele

    Femina. 2026;54(5):400-404

    Resumo

    PROTOCOLO

    Istmocele

    Femina. 2026;54(5):400-404

    DOI 10.61622/0100-7254545202607

    Visualizações105
    Highlights 1.Defeito de fechamento istmo uterino, no local da cicatriz da cesárea, com profundidade maior do que 2 mm. 2.Etiologia principal histerorrafia inadequada, associada a fatores de risco como útero retrovertido, obesidade, diabetes, número de partos cesáreos e processo individual cicatricial. […]
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  • PROTOCOLO02/06/2026

    Rubéola na gestação

    Femina. 2026;54(4):325-328

    Resumo

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    Rubéola na gestação

    Femina. 2026;54(4):325-328

    DOI 10.61622/0100-7254544202608

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    HIGHLIGHTS

    1.A imunidade para a rubéola deve ser documentada no início do acompanhamento de pré-natal (D).

    2.O diagnóstico da infecção materna aguda é realizado a partir da viragem sorológica (IgM rubéola-específica) ou pela presença de pesquisa positiva para o vírus (secreção nasal ou oral, urina, sangue ou liquor) (A).

    3.Quando documentada a infecção aguda materna, o acometimento fetal é diagnosticado principalmente por reação em cadeia de polimerase em líquido amniótico ou em material de biópsia de vilo corial (A).

    4.A vacinação para rubéola protege efetivamente contra a infecção subsequente, sendo a melhor estratégia para eliminar a síndrome da rubéola congênita (B).

    5. A vacinação para rubéola é contraindicada durante a gestação, pois há risco teórico de infecção fetal, devendo-se evitar a gestação por, pelo menos, 30 dias, após a vacinação contra esse agente (D).

    6.Gestantes que não possuam imunidade contra a rubéola devem ser vacinadas no pós-parto (D).

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