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Residência Médica02/06/2026
Uroginecologia nos Programas de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Brasil Parte I: Como treinar residentes e fellows
Femina. 2026;54(4):272-280
Resumo
Residência MédicaUroginecologia nos Programas de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Brasil Parte I: Como treinar residentes e fellows
Femina. 2026;54(4):272-280
DOI 10.61622/0100-7254544202602
Visualizações0INTRODUÇÃO A uroginecologia é a área da ginecologia que se concentra na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de disfunções do assoalho pélvico feminino, tais como incontinência urinária e anal, prolapsos de órgãos pélvicos, infecções urinárias, disfunções sexuais, síndrome da bexiga dolorosa e síndrome da bexiga hiperativa, como exemplos. Fatores como o aumento do número […]Ver mais
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Residência Médica05/05/2026
Inteligência artificial como ferramenta de ensino na Residência Médica: oportunidades e riscos
Femina. 2026;54(3):175-180
Resumo
Residência MédicaInteligência artificial como ferramenta de ensino na Residência Médica: oportunidades e riscos
Femina. 2026;54(3):175-180
DOI 10.61622/0100-7254543202603
Visualizações0Ver maisRESUMO
Ferramentas de inteligência artificial têm sido progressivamente incorporadas em diferentes áreas, incluindo o ensino, a pesquisa e a prática clínica. Baseadas em grandes modelos de linguagem (Large Language Models — LLM), essas tecnologias são treinadas com grandes volumes de dados, sendo capazes de compreender, sintetizar e gerar conteúdos em linguagem natural. Na Ginecologia e Obstetrícia, a inteligência artificial tem sido explorada tanto em aplicações clínicas, como detecção precoce de neoplasias, predição de sucesso em fertilização in vitro e avaliação da função cardíaca fetal em gestações complicadas, quanto em atividades educacionais voltadas à formação médica. Este artigo discute possíveis aplicações da inteligência artificial no ensino da Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia, bem como os limites éticos do seu uso. Dentre as aplicações educacionais, destaca-se a produção de conteúdos extraclasse a partir de ferramentas como o NotebookLM, que permite gerar resumos, mapas mentais, apresentações e materiais em áudio ou vídeo com base em fontes previamente selecionadas pelo professor. Esses recursos podem facilitar a revisão de conteúdos teóricos e ampliar o acesso a materiais didáticos em diferentes formatos. Outra aplicação relevante é o uso de modelos como o ChatGPT para auxiliar na elaboração de questões teóricas, desde que sejam utilizados prompts específicos e alinhados aos objetivos educacionais. Apesar do potencial dessas ferramentas para otimizar a produção de materiais didáticos e apoiar processos avaliativos, seu uso exige curadoria rigorosa por parte de supervisores e preceptores, incluindo seleção criteriosa das fontes, revisão crítica do conteúdo gerado e transparência quanto ao uso de inteligência artificial. Dessa forma, a inteligência artificial pode atuar como ferramenta complementar para aprimorar o ensino na Residência Médica, sem substituir estratégias tradicionais de formação clínica.

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Residência Médica24/03/2026
Cenário de formação em Ginecologia e Obstetrícia no Brasil: reflexões sobre a Demografia Médica 2025 e o Enamed
Femina. 2026;54(2):96-100
Resumo
Residência MédicaCenário de formação em Ginecologia e Obstetrícia no Brasil: reflexões sobre a Demografia Médica 2025 e o Enamed
Femina. 2026;54(2):96-100
DOI 10.61622/0100-7254542202602
Visualizações0Ver maisRESUMO
O estudo Demografia Médica no Brasil 2025 oferece uma análise abrangente da força de trabalho médico no país e evidencia avanços quantitativos importantes, embora persistam desafios estruturais relevantes. Em 2025, o Brasil alcançou 2,98 médicos por 1.000 habitantes, taxa ainda inferior à observada em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), além de manter uma expressiva desigualdade regional na distribuição dos profissionais. No contexto da Ginecologia e Obstetrícia, a especialidade figura como a quarta mais prevalente, com crescimento significativo no número de especialistas nos últimos anos. Apesar disso, a razão de ginecologistas e obstetras por nascidos vivos permanece abaixo da média internacional, considerando o papel central desses profissionais no modelo assistencial brasileiro. Os dados do Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) revelam fragilidades importantes na formação médica geral, especialmente em temas essenciais de Ginecologia e Obstetrícia, relevantes para a prática do médico generalista e associados à elevada morbimortalidade quando mal manejados. Paralelamente, observou-se uma elevada demanda por vagas de Residência Médica na especialidade, contrastando com uma oferta limitada, o que impulsiona a busca por modalidades formativas alternativas de qualidade ainda pouco conhecida. O objetivo deste artigo é fazer uma revisão crítica do modelo de formação médica e da ampliação qualificada das vagas de residência, visando garantir cuidado adequado à saúde da mulher em todas as fases da vida.

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Residência Médica07/01/2026
Materiais de baixo custo no ensino da Ginecologia e Obstetrícia
Femina. 2025;53(10):1159-1164
Resumo
Residência MédicaMateriais de baixo custo no ensino da Ginecologia e Obstetrícia
Femina. 2025;53(10):1159-1164
DOI 10.61622/0100-72545310202502
Visualizações0INTRODUÇÃO O ensino de habilidades clínicas em Ginecologia e Obstetrícia apresenta desafios singulares, decorrentes da necessidade de contato íntimo com pacientes, da complexidade técnica de muitos procedimentos e da limitação de oportunidades de prática supervisionada em cenários clínicos reais. Tradicionalmente, os estudantes são treinados por observação ou em pacientes voluntários, o que muitas vezes gera […]Ver mais
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Residência Médica26/12/2025
O impacto da formação médica na saúde mental: experiência dos residentes de Ginecologia e Obstetrícia em São Paulo
Femina. 2025;53(12):1352-1356
Resumo
Residência MédicaO impacto da formação médica na saúde mental: experiência dos residentes de Ginecologia e Obstetrícia em São Paulo
Femina. 2025;53(12):1352-1356
DOI 10.61622/0100-72545312202501
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Objetivo
Avaliar a saúde mental de residentes de Ginecologia e Obstetrícia, identificando a prevalência de sintomas ansiosos, sentimentos negativos, sinais de exaustão emocional, além de fatores individuais e institucionais associados ao sofrimento psíquico.
Métodos
Estudo observacional, transversal e descritivo, realizado a partir de questionário estruturado aplicado durante o Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia de 2025. Participaram 358 residentes de Ginecologia e Obstetrícia de programas credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). O instrumento avaliou sintomas de ansiedade, qualidade de vida, exaustão emocional, hábitos de vida e percepção de apoio institucional.
Resultados
Participaram 358 residentes, majoritariamente mulheres (90,5%) e com idade entre 26-30 anos. Prejuízo emocional frequente foi relatado por 62%, e 90% apresentaram sintomas ansiosos pelo GAD-7. Sentimentos negativos ocorreram em 70,3% dos participantes. Exaustão emocional foi frequente ou constante em 68,7%. Quanto ao cuidado em saúde mental, 36,9% estavam em acompanhamento psicológico ou psiquiátrico e 32,4% faziam uso de medicação. Apenas 11,7% referiram apoio institucional adequado. As principais estratégias de enfrentamento incluíram socialização (40,2%), atividade física (32,6%) e redes sociais (26%). Sugestões de melhoria incluíram melhores condições de trabalho, supervisão qualificada e redução da carga horária.
Conclusão
Observou-se alta prevalência de sintomas ansiosos, sentimentos negativos e exaustão emocional entre residentes. Demandas assistenciais intensas e apoio institucional insuficiente contribuem significativamente para o sofrimento psíquico. Nesse contexto, intervenções organizacionais que aprimorem o ambiente de formação e fortaleçam o suporte institucional são fundamentais para promover o bem-estar dessa população.

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Residência Médica20/12/2025
Prevalência e fatores associados à síndrome de burnout em residentes de Ginecologia e Obstetrícia: uma revisão narrativa com ênfase na Amazônia Ocidental (2013-2025)
Femina. 2025;53(11):1259-1263
Resumo
Residência MédicaPrevalência e fatores associados à síndrome de burnout em residentes de Ginecologia e Obstetrícia: uma revisão narrativa com ênfase na Amazônia Ocidental (2013-2025)
Femina. 2025;53(11):1259-1263
DOI 10.61622/0100-72545311202501
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Objetivo
Este estudo teve o objetivo de avaliar a prevalência e os fatores associados à síndrome de burnout entre residentes de Ginecologia e Obstetrícia no Brasil, com ênfase nos desafios enfrentados na Amazônia Ocidental. O estudo busca identificar as lacunas assistenciais, as barreiras à adesão de pesquisas sobre saúde mental e a escassez de políticas institucionais de suporte emocional.
Métodos
Revisão narrativa da literatura nacional e internacional, com buscas nas bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS, utilizando os descritores DeCS/MeSH “Burnout”, “Ginecologia e Obstetrícia”, “Residência Médica”, “Saúde Mental” e “Amazônia”. Foram incluídos artigos publicados entre janeiro de 2013 e setembro de 2025, nos idiomas português, inglês ou espanhol, que abordassem burnout em residentes da especialidade. A análise foi qualitativa e integrativa.
Resultados
A prevalência de burnout em residentes variou de 31% a 76%, com predomínio de exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal. Fatores associados incluíram carga horária superior a 60 horas semanais, ausência de suporte psicológico, supervisão ineficaz e ambiente institucional hostil. A adesão dos residentes às pesquisas sobre saúde mental mostrou-se reduzida, muitas vezes por medo de estigmatização e ausência de políticas de confidencialidade. Observou-se escassez de pesquisas na Amazônia Ocidental, dificultando a visibilidade e a formulação de estratégias regionais. Instituições da região Norte frequentemente não oferecem suporte psicológico regular, e a maioria das ações é pontual e reativa.
Conclusão
A síndrome de burnout representa uma condição crônica e negligenciada na formação médica em Ginecologia e Obstetrícia, especialmente nas regiões periféricas como a Amazônia Ocidental. A baixa adesão dos residentes a estudos e a escassez de políticas institucionais comprometem a prevenção e o manejo precoce. Políticas públicas de saúde mental para residentes, com programas estruturados de acolhimento, capacitação de supervisores e incentivo à pesquisa, são urgentes e necessárias.
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Residência Médica24/11/2025
Trabalho de conclusão de curso na formação do médico-residente
Femina. 2023;51(7):411-413
Resumo
Residência MédicaTrabalho de conclusão de curso na formação do médico-residente
Femina. 2023;51(7):411-413
DOI 10.61622/0100-7254517202302
Visualizações0INTRODUÇÃO O ensino médico busca equilíbrio e otimização das técnicas de ensino e aprendizado, com o intuito de fornecer formação de qualidade, pautada em preceitos científicos e que busque desenvolver habilidades práticas, desenvoltura em pesquisa e profissionalismo. O crescimento desordenado de escolas médicas pelo Brasil levou a uma piora da qualidade do ensino e da […]Ver mais -
Residência Médica14/11/2025
Simuladores para treinamento do manejo de lacerações perineais pós-parto
Femina. 2023;51(8):469-471
Resumo
Residência MédicaSimuladores para treinamento do manejo de lacerações perineais pós-parto
Femina. 2023;51(8):469-471
DOI 10.61622/0100-7254518202302
Visualizações0SIMULADORES PERINEAIS ANIMAIS Os modelos animais utilizados no treinamento de correção das lacerações perineais severas podem ser obtidos a partir do períneo de cabra ou de porca, sendo a prática em esfíncteres anais de porcas a mais descrita na literatura. Esse modelo destaca-se pela sua textura e aparência muito similar à anatomia humana, mas em […]Ver mais

