Período pós-parto Archives - Femina

  • CAPA11/11/2025

    Conhecimento, atitude e prática de médicos brasileiros sobre a inserção do DIU imediatamente após o parto e o abortamento

    Femina. 2023;51(9):510-519

    Resumo

    CAPA

    Conhecimento, atitude e prática de médicos brasileiros sobre a inserção do DIU imediatamente após o parto e o abortamento

    Femina. 2023;51(9):510-519

    DOI 10.61622/0100-7254519202301

    Visualizações0

    Resumo

    Objetivo

    Avaliar o conhecimento, a atitude e a prática dos médicos brasileiros sobre a inserção do dispositivo intrauterino no pós-parto e pós-abortamento imediatos.

    Métodos

    Estudo transversal envolvendo enquete de plantonistas de hospitais públicos brasileiros. Os participantes responderam a um questionário online anônimo com perguntas fechadas para avaliar seu conhecimento, atitude e experiência quanto à inserção de dispositivo intrauterino de cobre no pós-parto e pós-abortamento imediatos.

    Resultados

    Cento e vinte e sete médicos que trabalham em 23 hospitais nas cinco regiões geográficas do Brasil responderam ao questionário. A maioria era do sexo feminino (68,5%) e trabalhava em hospitais universitários (95,3%). O escore médio (desvio-padrão) de conhecimento (escala de 0-10) foi de 5,3 (1,3); apenas 27,6% dos participantes tiveram escores ≥ 7,0. A maioria dos médicos (73,2%) colocaria o DIU pós-parto em si/familiares. Cerca de 42% afirmaram não ter recebido nenhum treinamento sobre inserção de dispositivo intrauterino pós-parto ou pós-abortamento. Nos últimos 12 meses, 19,7%, 22,8% e 53,5% dos respondentes afirmaram não ter inserido nenhum dispositivo intrauterino durante uma cesariana, imediatamente após um parto vaginal e um abortamento, respectivamente.

    Conclusão

    A maioria das participantes do estudo tem atitude positiva em relação à inserção de dispositivos intrauterinos no pós-parto imediato, mas tem conhecimento limitado sobre o uso desse método contraceptivo. Grande porcentagem dos participantes não teve treinamento anterior sobre inserção de dispositivo intrauterino pós-parto e pós-abortamento e não realizou nenhuma inserção nos últimos doze meses. São necessárias estratégias para melhorar o conhecimento, o treinamento e a experiência dos médicos brasileiros sobre a inserção de dispositivo intrauterino no pós-parto e pós-abortamento imediatos.

    Ver mais
  • Article10/04/2025

    Experiências de mulheres com o dispositivo intrauterino pós-placentário: um estudo qualitativo

    Femina. 2024;52(3):127-135

    Resumo

    Article

    Experiências de mulheres com o dispositivo intrauterino pós-placentário: um estudo qualitativo

    Femina. 2024;52(3):127-135

    DOI 10.61622/0100-7254523202401

    Visualizações19

    RESUMO

    Objetivo

    Explorar as experiências das mulheres com a inserção do dispositivo intrauterino pós-placentário e o processo de tomada de decisão no período pós-parto.

    Métodos

    Estudo qualitativo com entrevistas individuais utilizando roteiro semiestruturado de perguntas abertas. A amostra foi selecionada intencionalmente utilizando o conceito de saturação teórica de informações.

    Resultados

    As entrevistas foram realizadas (1) no pós-parto imediato e (2) na consulta de revisão pós-parto. Foram entrevistadas 25 mulheres (N = 25) maiores de 18 anos que tiveram parto seguido de inserção de dispositivo intrauterino pós-placentário entre outubro de 2021 e junho de 2022. Foram construídas três categorias: (1) processo de escolha, (2) relacionamento com a equipe de saúde no momento do parto e no período pós-parto, e (3) saber ou não saber sobre contracepção, eis a questão.

    Conclusão

    O manejo da comunicação dos profissionais, o conhecimento popular, as vantagens do dispositivo intrauterino e o momento de oferta do dispositivo intrauterino desempenham papel fundamental na construção do conhecimento sobre o dispositivo intrauterino. O processo de escolha não foi algo que se encerrou no tempo, mas, sim, continuou mesmo após a inserção do dispositivo intrauterino pós-placentário.

    Ver mais
    Experiências de mulheres com o dispositivo intrauterino pós-placentário: um estudo qualitativo
  • ARTIGO ORIGINAL09/10/2023

    Reflexo disfórico da ejeção do leite: conhecimento e diferenciação com transtornos mentais puerperais entre ginecologistas e obstetras paranaenses

    Femina. 2023;51(12):674-681

    Resumo

    ARTIGO ORIGINAL

    Reflexo disfórico da ejeção do leite: conhecimento e diferenciação com transtornos mentais puerperais entre ginecologistas e obstetras paranaenses

    Femina. 2023;51(12):674-681

    DOI 10.61622/0100-72545112202306

    Visualizações0

    RESUMO

    Objetivo

    Identificar o conhecimento dos médicos ginecologistas e obstetras do Paraná sobre o reflexo disfórico da ejeção do leite e seus diagnósticos diferenciais.

    Métodos

    Estudo observacional transversal com médicos ginecologistas e obstetras associados ao Conselho Regional de Medicina do Paraná. A coleta de dados foi realizada por questionário online compreendendo perguntas de identificação do profissional, tempo de formação, conhecimento e experiência com reflexo disfórico da ejeção do leite, dificuldades de diferenciação entre os transtornos mentais puerperais, além da abordagem das questões psicológicas puerperais com as pacientes. Os resultados foram expressos por frequências e percentuais. Valores de p menores que 0,05 foram considerados significativos.

    Resultados

    Entre os participantes, 39,1% desconhecem o reflexo disfórico da ejeção do leite. Dos profissionais que já fizeram o diagnóstico, 72,4% apresentaram dificuldade em realizá-lo. Houve acerto majoritário em relação ao momento de ocorrência dos sintomas (90,6%) e tempo de duração (90,6%), mas deficiência no reconhecimento de todos os sintomas (3,1%), início das manifestações clínicas (12,6%) e tratamento (44%) pelos profissionais que conhecem o reflexo disfórico da ejeção do leite. Entre os especialistas, 21,5% sentem-se capazes para diferenciar os três distúrbios e 24,1% têm dificuldade na diferenciação entre as patologias. Apenas 65,5% dos médicos abordam as dificuldades emocionais na amamentação e, segundo 78,1% dos profissionais, poucas pacientes perguntam ou nunca perguntam sobre essas dificuldades.

    Conclusão

    O reflexo disfórico da ejeção do leite é uma condição pouco conhecida e confundida com outros transtornos mentais puerperais. É necessária maior divulgação sobre o tema entre os ginecologistas e obstetras, a fim de melhorar a assistência às puérperas, refletindo na persistência da amamentação e seus benefícios.

    Ver mais
  • ARTIGO ORIGINAL02/02/2023

    Conhecimento das puérperas em relação ao parto humanizado e às vias de parto

    Femina. 2023;51(3):161-166

    Resumo

    ARTIGO ORIGINAL

    Conhecimento das puérperas em relação ao parto humanizado e às vias de parto

    Femina. 2023;51(3):161-166

    DOI 10.61622/0100-7254513202304

    Visualizações0

    RESUMO

    Objetivo

    Avaliar o conhecimento das puérperas em relação ao parto humanizado e às vias de parto.

    Métodos

    Estudo observacional transversal com 369 puérperas que realizaram seu parto em um hospital público de Curitiba, Paraná, Brasil. Aplicação de dois questionários que avaliaram características demográficas e socioeconômicas, informações sobre a gestação e o pré-natal, conhecimento de humanização e vias de parto, e atitude em relação às vias de parto.

    Resultados

    Entre as puérperas, 72% afirmaram já terem ouvido falar no termo “parto humanizado”, porém, dessas, 52,6% deram uma definição inadequada. E 48,2% obtiveram baixo conhecimento acerca das vias de parto, e 58,2% expressaram atitude positiva em relação à cesárea. Houve associação entre conhecimento prévio sobre parto humanizado e renda (p = 0,001), escolaridade (p < 0,0001), número de consultas de pré-natal (p = 0,023), busca de informações sobre as vias de parto (p < 0,0001) e preferência de parto (p = 0,011). Houve correlação do conhecimento acerca das vias de parto com renda (p = 0,044), escolaridade (p = 0,003), busca de informações sobre as vias de parto (p = 0,007) e atitude em relação à cesárea (p < 0,0001).

    Conclusão

    Observou-se baixo conhecimento acerca das vias de parto e parto humanizado, e características como renda, escolaridade, busca por informações de forma independente e número de consultas de pré-natal possuem associação com esses conhecimentos. Um pré-natal com adequada transmissão de conhecimento relaciona-se à preferência pelo parto normal, sendo essa uma estratégia para a redução das taxas de cesárea e, consequentemente, da morbimortalidade materno-fetal.

    Ver mais
  • ARTIGO DE REVISÃO06/06/2020

    Anemia grave no puerpério

    Femina. 2020;48(10):637-640

    Resumo

    ARTIGO DE REVISÃO

    Anemia grave no puerpério

    Femina. 2020;48(10):637-640

    DOI 10.61622/0100-72544810202008

    Visualizações0

    RESUMO

    A anemia no puerpério é bastante prevalente, estando principalmente relacionada à ocorrência de anemia não corrigida durante a gestação e às hemorragias agudas durante o parto. Essas situações aumentam significativamente a probabilidade de anemia grave no período pós-parto, gerando manifestações orgânicas e psicológicas que trazem prejuízo ao binômio materno-fetal. A forma grave da doença é caracterizada laboratorialmente por hemoglobina < 7 g/dL e suas manifestações clínicas variam na dependência de diversos fatores. O objetivo do tratamento é corrigir a hipóxia tecidual, revertendo as alterações adaptativas relacionadas à carência de oxigênio. Enquanto o tratamento agressivo de perdas volêmicas agudas diminui a morbimortalidade por esses eventos, políticas restritivas de transfusão sanguínea em pacientes hemodinamicamente estáveis mostram-se benéficas. Se não houver indicação de transfusão, a reposição de ferro atuará na correção das principais etiologias, pelas vias endovenosa ou oral, na dependência de disponibilidade, custo e tolerância individual aos medicamentos disponíveis.

    Ver mais
  • ARTIGO ORIGINAL06/06/2020

    Avaliação da prevalência de anemia pós-parto e fatores associados em uma maternidade terciária do estado do Piauí

    Femina. 2020;48(5):295-300

    Resumo

    ARTIGO ORIGINAL

    Avaliação da prevalência de anemia pós-parto e fatores associados em uma maternidade terciária do estado do Piauí

    Femina. 2020;48(5):295-300

    DOI 10.61622/0100-7254485202004

    Visualizações0

    RESUMO

    Este trabalho avaliou a prevalência de anemia puerperal por meio das dosagens de hemoglobina (Hb) e hematócrito (Ht) numa maternidade pública terciária do estado do Piauí e os fatores de risco associados à presença de anemia. No total, 198 puérperas internadas na maternidade foram submetidas a entrevista e análise do prontuário e do cartão pré-natal. Foram feitas coletas de amostra de sangue venoso periférico antes do parto, 24 horas após o parto vaginal e 48 horas após o parto cesariano. A prevalência de anemia pós-parto encontrada na maternidade estudada foi de 27,27%. A presença de anemia pré-parto e gemelaridade e o ganho de peso foram os fatores de risco significativamente associados à anemia pós-parto.

    Ver mais
    Avaliação da prevalência de anemia pós-parto e fatores associados em uma maternidade terciária do estado do Piauí
  • Importância do agosto dourado06/06/2019

    Aleitamento materno e seus benefícios para a saúde da mulher

    Femina. 2019;47(8):457-463

    Resumo

    Importância do agosto dourado

    Aleitamento materno e seus benefícios para a saúde da mulher

    Femina. 2019;47(8):457-463

    DOI 10.61622/0100-7254479201901

    Visualizações0

    RESUMO

    A oferta do seio materno às crianças é um direito inquestionável das mães e de seus filhos, e todos os esforços devem ser feitos no sentido de promover, acompanhar e manter o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e complementado até que a criança complete 2 anos de idade. A literatura apresenta incontáveis publicações acerca das qualidades do leite materno, seus benefícios e repercussões para a saúde, estimulando a prática do aleitamento materno e embasando campanhas. Porém, mesmo sendo de conhecimento geral que a amamentação é uma importante etapa no processo reprodutivo da mulher e que sua prática oferece benefícios para mãe e filho, a grande maioria das informações destaca os benefícios que o leite materno oferece às crianças, esquecendo-se de mencionar todas as repercussões que o aleitamento materno traz para a saúde da mãe. Assim, o objetivo deste artigo é destacar os inúmeros benefícios que o aleitamento materno proporciona à saúde física e emocional da lactante. Para tanto, os autores consultaram artigos publicados nas bases de dados PubMed, Biblioteca Virtual de Saúde e Web of Science utilizando as palavras-chave aleitamento materno, leite materno, lactação e saúde materna.

    Ver mais
    Aleitamento materno e seus benefícios para a saúde da mulher

Busca

Pesquisar em:

Tipo de artigo
book-review
case-report
editorial
letter
other
research-article
review-article
Seção
ANAGO
APRENDENDO COM OS ESPECIALISTAS
Article
ARTIGO DE REVISÃO
ARTIGO ORIGINAL
CAPA
CARTA AO EDITOR
Defesa e Valorização Profissional
DEFESA PROFISSIONAL
DIA NACIONAL DA MAMOGRAFIA
EDITORIAL
EM FOCO
ESPECIAL FLEURY
ESTUDO DE CASO
FEBRASGO POSITION STATEMENT
FLEURY ESPECIAL
Importância do agosto dourado
LIGAS ACADÊMICAS
MELHORES TEMAS LIVRES
MENSAGEM RBGO
NEWS
OPINIÃO
PRÊMIO GUILHERME REZENDE
PROTOCOLO
RECOMENDAÇÕES DA CNE
REFLEXÕES
RELATO DE CASO
RELATO DE SÉRIE DE CASOS
Residência Médica
RESUMOS
Ano / Volume
2026; v.54
2026; v.53
2026; v.51
2025; v.53
2025; v.52
2025; v.51
2023; v.51
2022; v.50
2021; v.49
2020; v.48
2019; v.47
ISSUE