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CAPA14/11/2025
Importância do diagnóstico por imagem em pacientes com sangramento uterino anormal
Femina. 2023;51(8):454-461
Resumo
CAPAImportância do diagnóstico por imagem em pacientes com sangramento uterino anormal
Femina. 2023;51(8):454-461
DOI 10.61622/0100-7254518202301
Visualizações0RESUMO
O sangramento uterino anormal é diagnóstico sindrômico comum no consultório do ginecologista e pode comprometer substancialmente a qualidade de vida. O objetivo no diagnóstico de sangramento uterino anormal é distinguir pacientes com causas estruturais (anatômicas), como pólipo, adenomiose, leiomioma, malignidade e hiperplasia, de pacientes que apresentam anatomia normal, nas quais o sangramento pode ser devido a alteração dos mecanismos de coagulação, distúrbios ovulatórios, distúrbios primários do endométrio, iatrogenia, ou ter outra causa não classificada. O diagnóstico se inicia a partir de anamnese detalhada e exame físico geral e ginecológico completos, seguidos da solicitação de exames complementares (laboratoriais e de imagem), conforme indicado. O exame de imagem de primeira linha para identificação das causas estruturais inclui a ultrassonografia pélvica. Histerossonografia, histeroscopia, ressonância magnética e amostragem endometrial para exame de anatomia patológica são opções que podem ser incluídas no diagnóstico a depender da necessidade. O objetivo deste artigo é apresentar a relevância dos exames de imagem na investigação das causas de sangramento uterino anormal.
Palavras-chave: AdenomioseHiperplasia endometrialLeiomiomaMalformação arteriovenosaPólipo uterinoSangramento uterino anormalSíndrome dos ovários policísticosVer mais
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ARTIGO ORIGINAL01/02/2022
Riscos de infecção por SARS-CoV-2 e COVID-19 em mulheres com síndrome dos ovários policísticos
Femina. 2022;50(10):631-640
Resumo
ARTIGO ORIGINALRiscos de infecção por SARS-CoV-2 e COVID-19 em mulheres com síndrome dos ovários policísticos
Femina. 2022;50(10):631-640
DOI 10.61622/0100-72545010202208
Visualizações0RESUMO
Esta revisão narrativa teve como objetivo avaliar possíveis riscos da associação entre a infecção por SARS-CoV-2 (causa da COVID-19) e as características metabólicas e endócrinas frequentemente encontradas em mulheres com a síndrome dos ovários policísticos (SOP). A COVID-19 é mais grave em indivíduos com obesidade, diabetes mellitus, dislipidemia e hipertensão arterial. Como essas condições são comorbidades comumente associadas à SOP, foi hipotetizado que mulheres com SOP teriam maior risco de adquirir COVID-19 e desenvolver formas clínicas mais graves da doença. Considerando vários estudos epidemiológicos, a presente revisão mostra que mulheres com SOP têm risco 28% a 50% maior de serem infectadas pelo vírus SARS-CoV-2 em todas as idades e que, nessas mulheres, a COVID-19 está associada a maiores taxas de hospitalização, morbidade e mortalidade, especialmente naquelas com alterações no metabolismo de carboidratos e lipídios, hiperandrogenemia e aumento do tecido adiposo visceral. Os mecanismos que explicam o maior risco de infecção por COVID-19 em mulheres com SOP são considerados.
Palavras-chave: COVID-19DislipidemiaHiperandrogenismoObesidadeResistência à insulinaSíndrome dos ovários policísticosVer mais
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CAPA07/02/2021
Complicações gestacionais e perinatais em mulheres com síndrome dos ovários policísticos
Femina. 2021;49(9):530-536
Resumo
CAPAComplicações gestacionais e perinatais em mulheres com síndrome dos ovários policísticos
Femina. 2021;49(9):530-536
DOI 10.61622/0100-7254499202103
Visualizações0RESUMO
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma condição endócrina frequente em mulheres em idade reprodutiva. O quadro clínico é manifesto por anovulação crônica hiperandrogênica, acompanhada muitas vezes de infertilidade; além disso, essa condição está associada ao aumento de distúrbios do metabolismo glicídico e a diversos outros riscos em longo prazo. Uma vez gestante, a mulher portadora de SOP apresenta risco aumentado em 2,8 vezes para o diabetes gestacional, em 2,0 a 4,0 vezes para o desenvolvimento de síndromes hipertensivas da gestação e em 2,3 vezes para internação em UTI neonatal. Independentemente do excesso de peso, que é comumente associado à síndrome e que certamente potencializa o risco de complicações, a SOP por si só promove alterações que cursam com a elevação dessas complicações. Esta é uma revisão narrativa sobre as potenciais complicações gestacionais relacionadas à SOP e compila a literatura mais atual sobre o tema.
Palavras-chave: Desfechos gestacionaisDiabetes gestacionalGestaçãoHipertensão gestacionalSíndrome dos ovários policísticosVer mais
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ARTIGO DE REVISÃO02/02/2021
Síndrome dos ovários policísticos e sua relação com a microbiota intestinal
Femina. 2021;49(10):631-635
Resumo
ARTIGO DE REVISÃOSíndrome dos ovários policísticos e sua relação com a microbiota intestinal
Femina. 2021;49(10):631-635
DOI 10.61622/0100-72544910202108
Visualizações0RESUMO
Objetivo
Revisar a implicação e a relação existente entre a microbiota intestinal e a síndrome do ovário policístico (SOP).
Métodos
Trata-se de uma revisão sistemática de artigos das bases de dados PubMed, Cochrane e Science Direct dos últimos cinco anos, nos idiomas inglês, português e espanhol.
Resultados
A disbiose da microbiota intestinal ativa o sistema imunológico do hospedeiro. Tal ativação interfere na função do receptor de insulina, causando hiperinsulinemia, o que aumenta a produção de androgênio ovariano e dificulta o desenvolvimento de um folículo saudável. Além disso, pacientes com SOP apresentam o perfil taxonômico alterado, o qual se associou inversamente com excesso de andrógenos e inflamação da SOP. Foi evidenciado que o uso de probióticos pode regular a resposta inflamatória, diminuir os níveis totais de testosterona e contribuir para que a SOP não prejudique uma possível gravidez.
Conclusão
Essa revisão sugere que há íntima associação entre a disbiose microbiana e as alterações patológicas que ocorrem na SOP. Assim, a suplementação de probióticos em tais pacientes pode ter grandes benefícios, como melhora dos sintomas e redução das repercussões da doença.
Palavras-chave: Hormônios sexuaisMicrobiota intestinalResistência à insulinaSíndrome dos ovários policísticosVer mais
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ARTIGO DE REVISÃO02/02/2021
Atualizações na terapêutica farmacológica para infertilidade na mulher diagnosticada com síndrome de ovários policísticos: revisão de literatura
Femina. 2021;49(10):636-640
Resumo
ARTIGO DE REVISÃOAtualizações na terapêutica farmacológica para infertilidade na mulher diagnosticada com síndrome de ovários policísticos: revisão de literatura
Femina. 2021;49(10):636-640
DOI 10.61622/0100-72544910202109
Visualizações0RESUMO
Objetivo
Abordar atualizações referentes à terapia medicamentosa para indução da ovulação nas mulheres diagnosticadas com síndrome dos ovários policísticos (SOP).
Métodos
Revisão de literatura por meio de levantamento bibliográfico do período de 1975 a 2021, nas bases eletrônicas PubMed, SciELO e MedLine, complementado pela Diretriz Internacional Baseada em Evidências para a Avaliação e Manejo da SOP de 2018 e pelo manual da Febrasgo para SOP. Sete descritores que atendessem à finalidade da pesquisa foram utilizados.
Resultados
A literatura aponta atualmente algumas drogas como opção na terapêutica para a indução de ovulação, como metformina, letrozol e citrato de clomifeno, evidenciando que o uso de letrozol isolado e em associação com a metformina apresentaram melhores taxas de ovulação, 71,5% e 75,4%, respectivamente.
Conclusão
O uso do letrozol isolado ou combinado com a metformina apresentou os melhores resultados nas taxas de gravidez e ovulação, todavia o tratamento para indução ovulatória deve ser individualizado.
Palavras-chave: citrato de clomifenoIndução de ovulaçãoInfertilidadeLetrozolMetforminaSíndrome dos ovários policísticosTratamento farmacológicoVer mais

